Múltiplas formas de amor

18/03/2014 | Patricia Santos

“Amor não se define. Sente-se”, disse o pensador Sêneca sobre a impossibilidade de traduzir o sentimento em conceitos ou avaliá-lo em medidas. Sua multiplicidade é a proposta da exposição Amor, amor, amor, em cartaz no Rio de Janeiro: 61 imagens poéticas, 61 maneiras de amar, clicadas por alguns dos maiores nomes da fotografia contemporânea. 
As obras estão organizadas em uma sequência que começa com cenas mais cotidianas, como mães com seus bebês e idosos com seus cães, e passa por trabalhos mais ousados, ao menos para a época em que foram clicados, como carícias furtivas de casais em lugares públicos. Entre os autores, está Henri Cartier-Bresson, que completaria 100 anos em 2014. Considerado por muitos críticos o maior fotógrafo do século 20, é criador da teoria que chamou de instante decisivo – a foto surge quando o autor, em


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